Impressões da chegada na Pátria
Agradável surpresa: encontrei o Mensalão andando, apesar do bloqueio
do Lewandovsky e do Toffoli, já esperados. Depois do episódio da
“Raposa” não havia como confiar na lisura de Ayres de Britto, entretanto
está se revelando honesto e corajoso no caso do mensalão,por enquanto. O
que houve? Deus é brasileiro? ou será para retirar-lhe a pecha de
traidor? De qualquer forma, parabéns. “Não importa a cor do gato,importa
que cace ratos”
- Para eleição em São Paulo entre eles concorrerão um entreguista e o do
“Kit Gay”. No mínimo um será derrotado. Melhor, parece que serão os
dois.
- A Presidente continua a abaixar os juros. Embora atraindo a ira dos
especuladores, forçando aos rentistas a investir em empreendimentos que
tragam desenvolvimento.
- Os melhores generais do Exército alertaram publicamente que só havia
munição para uma hora de combate. Preocupante? Não, muito pior. A única
fábrica de munição não é nacional e tem sede num paraíso fiscal. O
próprio Exército bloqueia, de forma inexplicável, a fabricação de
munição por nacionais. Além do mais, a guerra mudou; será feita com
bombardeios por aeronaves não tripuladas onde o que valerá serão os
mísseis. Os atuais fuzis e tanques ficarão reduzidos a meras armas
policiais. É certo que uma ocupação militar de todo o Brasil por uma
força invasora é impossível, mas não um apoio à secessão de áreas
indígenas prenhes de minerais estratégicos. Nesse caso as velhas armas
obsoletas ainda teriam valor. É para esses dois tipos de ameaças que
devemos nos preparar. Nossos generais sabem. Não falam porque não
querem. São homens dignos, mas não foram, na maioria, selecionados por
serem guerreiros.
A paz só pode ser garantida pelas armas; nunca por bandos de palhaços,
envergando túnicas brancas como daquela ex-candidata ecológica,
homenageada por seus patrões em Londres.
A Oligarquia Financeira Transnacional manda recados críticos sobre a
economia brasileira – que realmente enfrenta problemas. O FMI pegou
pesado, pregando que estaríamos em grave risco. Alfinetaram nossa gestão
econômica afirmando, sem argumentos, que o Brasil ameaça repetir o
cenário de colapso registrado nos últimos anos nos EUA, Irlanda ou
Espanha. Silencia sobre o magnífico resultado do nosso agronegócio.
Sejam ou não criticas corretas, quando o FMI e demais esquemas da
Oligarquia Financeira Transnacional começam levantá-las, tal postura
merece outra interpretação: Sentindo seus interesses contrariados
iniciam as pressões. Se o gestor não ceder, deve ser substituído por
outro que “faça o dever de casa”. Pretextos para derrubar o governo pode
surgir a partir de um escândalo como o do mensalão, ou quem sabe gerado
por uma metástase do Cachoeira. Assim funciona a prática da conspiração
– que alguns pensam ser apenas uma “teoria.
Para os bancos pode ser melhor repor FHC ou mesmo Lula no Planalto do
que continuar suportando o ataque de Dilma, que está usando a força do
Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal contra as manipulações
bancárias. Não se pode descartar que a onda de greves dos servidores
públicos esteja sendo incentivada por isto. Pode ser apenas uma
coincidência, mas parece que não é.
Que Deus guarde a todos nós!
Beijinhos
Garota veneno.

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