terça-feira, 4 de setembro de 2012

A chegada de uma patria

Impressões da chegada na Pátria
Agradável surpresa: encontrei o Mensalão andando, apesar do bloqueio do Lewandovsky e do Toffoli, já esperados. Depois do episódio da “Raposa” não havia como confiar na lisura de Ayres de Britto, entretanto está se revelando honesto e corajoso no caso do mensalão,por enquanto. O que houve? Deus é brasileiro? ou será para retirar-lhe a pecha de traidor? De qualquer forma, parabéns. “Não importa a cor do gato,importa que cace ratos”
- Para eleição em São Paulo entre eles concorrerão um entreguista e o do “Kit Gay”. No mínimo um será derrotado. Melhor, parece que serão os dois.
- A Presidente continua a abaixar os juros. Embora atraindo a ira dos especuladores, forçando aos rentistas a investir em empreendimentos que tragam desenvolvimento.
- Os melhores generais do Exército alertaram publicamente que só havia munição para uma hora de combate. Preocupante? Não, muito pior. A única fábrica de munição não é nacional e tem sede num paraíso fiscal. O próprio Exército bloqueia, de forma inexplicável, a fabricação de munição por nacionais. Além do mais, a guerra mudou; será feita com bombardeios por aeronaves não tripuladas onde o que valerá serão os mísseis. Os atuais fuzis e tanques ficarão reduzidos a meras armas policiais. É certo que uma ocupação militar de todo o Brasil por uma força invasora é impossível, mas não um apoio à secessão de áreas indígenas prenhes de minerais estratégicos. Nesse caso as velhas armas obsoletas ainda teriam valor. É para esses dois tipos de ameaças que devemos nos preparar. Nossos generais sabem. Não falam porque não querem. São homens dignos, mas não foram, na maioria, selecionados por serem guerreiros.
A paz só pode ser garantida pelas armas; nunca por bandos de palhaços, envergando túnicas brancas como daquela ex-candidata ecológica, homenageada por seus patrões em Londres.
A Oligarquia Financeira Transnacional manda recados críticos sobre a economia brasileira – que realmente enfrenta problemas. O FMI pegou pesado, pregando que estaríamos em grave risco. Alfinetaram nossa gestão econômica afirmando, sem argumentos, que o Brasil ameaça repetir o cenário de colapso registrado nos últimos anos nos EUA, Irlanda ou Espanha. Silencia sobre o magnífico resultado do nosso agronegócio.
Sejam ou não criticas corretas, quando o FMI e demais esquemas da Oligarquia Financeira Transnacional começam levantá-las, tal postura merece outra interpretação: Sentindo seus interesses contrariados iniciam as pressões. Se o gestor não ceder, deve ser substituído por outro que “faça o dever de casa”. Pretextos para derrubar o governo pode surgir a partir de um escândalo como o do mensalão, ou quem sabe gerado por uma metástase do Cachoeira. Assim funciona a prática da conspiração – que alguns pensam ser apenas uma “teoria.
Para os bancos pode ser melhor repor FHC ou mesmo Lula no Planalto do que continuar suportando o ataque de Dilma, que está usando a força do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal contra as manipulações bancárias. Não se pode descartar que a onda de greves dos servidores públicos esteja sendo incentivada por isto. Pode ser apenas uma coincidência, mas parece que não é.
Que Deus guarde a todos nós!
Beijinhos
Garota veneno.

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