terça-feira, 4 de setembro de 2012

Massacre de munique

A região da Baviera terá as bandeiras dos edifícios oficiais a meia haste e os rostos das 11 vítimas serão expostos pela primeira vez na antiga torre de controlo do aeródromo. As cerimónias terminarão com uma missa ecuménica com a presença de um rabino. 
Nem a Alemanha, nem o Estado hebreu esqueceram o que ficou conhecido como o "massacre de Munique": na madrugada de 5 de setembro de 1972, oito membros da organização palestiniana "Setembro Negro" entraram no apartamento ocupado pela delegação israelita na vila olímpica. 
Mataram dois atletas israelitas e fizeram reféns outros nove, que esperavam trocar por 232 prisioneiros palestinianos. 
A operação de salvamento, organizada pelos serviços de segurança alemães na referida base militar saldou-se por um fiasco. Os nove reféns foram mortos, assim como um polícia alemão e cinco dos sequestradores. 
A alguns dias de se cumprirem 40 anos do "massacre de Munique", Israel relançou a polemica, publicando dezenas de documentos da época, alguns desclassificados, e as declarações não são agradáveis para as autoridades da então Alemanha Ocidental.
A República Federal Alemã não fez "o mínimo esforço para salvar vidas", considerava um chefe dos serviços secretos israelitas (Mossad). 
A lista de acusações é longa: atiradores de elite equipados com simples revólveres, blindados que chegaram atrasados para salvar os reféns, polícias sem lanternas para seguir os movimentos do comando à noite.
Alguns documentos desclassificados também mostram falhas do dispositivo de segurança israelita.
Sei não amadinhos pelo andar da carruagem...pelo ando sabendo as coisas não mudaram tanto assim, o que mudou foi o silencio dos inocentes
Beijinhos
Garota Veneno.

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