A região da Baviera terá as bandeiras dos edifícios oficiais a meia
haste e os rostos das 11 vítimas serão expostos pela primeira vez na
antiga torre de controlo do aeródromo. As cerimónias terminarão com uma
missa ecuménica com a presença de um rabino.
Nem a Alemanha, nem o Estado hebreu esqueceram o que ficou conhecido
como o "massacre de Munique": na madrugada de 5 de setembro de 1972,
oito membros da organização palestiniana "Setembro Negro" entraram no
apartamento ocupado pela delegação israelita na vila olímpica.
Mataram dois atletas israelitas e fizeram reféns outros nove, que esperavam trocar por 232 prisioneiros palestinianos.
A operação de salvamento, organizada pelos serviços de segurança
alemães na referida base militar saldou-se por um fiasco. Os nove reféns
foram mortos, assim como um polícia alemão e cinco dos sequestradores.
A alguns dias de se cumprirem 40 anos do "massacre de Munique",
Israel relançou a polemica, publicando dezenas de documentos da época,
alguns desclassificados, e as declarações não são agradáveis para as
autoridades da então Alemanha Ocidental.
A República Federal Alemã não fez "o mínimo esforço para salvar
vidas", considerava um chefe dos serviços secretos israelitas (Mossad).
A lista de acusações é longa: atiradores de elite equipados com
simples revólveres, blindados que chegaram atrasados para salvar os
reféns, polícias sem lanternas para seguir os movimentos do comando à
noite.
Alguns documentos desclassificados também mostram falhas do dispositivo de segurança israelita.
Sei não amadinhos pelo andar da carruagem...pelo ando sabendo as coisas não mudaram tanto assim, o que mudou foi o silencio dos inocentes
Beijinhos
Garota Veneno.

Nenhum comentário:
Postar um comentário